domingo, 2 de junho de 2013

O Combate ao Trabalho Infantil

Rodrigo Constantino

“Pais pobres, assim como pais ricos, em geral desejam o melhor para seus filhos; a pobreza é o que leva muitos deles, quando forçados a optar, a mandar os filhos para o trabalho e não para a escola.” (Jagdish Bhagwati)

A existência de milhões de crianças tendo que trabalhar para sobreviver, em pleno século XXI, é algo chocante para muitos, com razão. Crianças deveriam ter tempo livre para brincar e investir na sua formação. No entanto, esse é um tema que desperta muito calor, mas pouca luz. Por falta de conhecimento adequado, a maioria foca nos remédios errados, chegando até a atacar os certos. A globalização, por exemplo, é vista por muitos como um incentivo ao trabalho infantil, com a imagem de multinacionais contratando crianças para suas fábricas. Como de praxe, comparam uma realidade muitas vezes dura com um sonho utópico, e apresentam soluções que, no fundo, agravam a situação.

Em primeiro lugar, é importante fazer alguns comentários. Nem todo trabalho infantil deve ser condenado. Creio que ninguém defende a proibição da profissão de ator-mirim, por exemplo. Caso contrário, o astro de Esqueceram de Mim, Macaulay Culkin, não teria tido a chance de ficar rico, como tantos outros atores. Mas não é apenas isso. Mesmo profissões vistas como menos interessantes podem contribuir para a formação das crianças, algumas vezes bem mais do que a doutrinação ideológica de professores marxistas – infelizmente algo muito comum no Brasil. Não vamos esquecer que o Barão de Mauá, o homem mais rico que o país já teve em termos relativos, começou a trabalhar no comércio aos 9 anos de idade. Não resta dúvida de que isso fez mais por seu futuro do que aprender biologia. O revolucionário americano Thomas Paine é outro exemplo, tendo começado a trabalhar aos 13 anos de idade. Como estes, existem vários outros exemplos. Vários jogadores de futebol famosos focavam apenas no esporte desde cedo, como melhor alternativa para um futuro melhor. Sorte deles.

Mas creio que, de forma geral, o trabalho infantil é visto como algo indesejado, principalmente quando dificulta muito a educação das crianças. Mesmo assim, é importante deixar claro que o trabalho infantil não é algo novo, que vem se agravando. Pelo contrário: é uma realidade que acompanha a humanidade desde sempre, e que vem, somente num período mais recente, se reduzindo. Compreender as causas disso, portanto, é fundamental para atacar o problema, e deveria ser o foco de todos aqueles que realmente desejam por um fim na necessidade de se trabalhar enquanto criança. Infelizmente, muitos críticos do trabalho infantil preferem concentrar sua energia no que parece ser o “monopólio da virtude”, assumindo que a finalidade nobre – o término do trabalho infantil – pertence somente a eles. Os demais são vistos como insensíveis, que não ligam para as crianças, colocando o lucro acima da qualidade de vida delas.

Essas pessoas fogem do debate honesto sobre os melhores meios para resolver o problema. Preferem uma visão romântica, alegando que os capitalistas, defensores da revolução industrial, desejam o trabalho infantil, ignorando, assim, que foi justamente o capitalismo que possibilitou a redução drástica do problema. Aqueles que usam a situação precária – aos nossos olhos atuais – da época da revolução industrial, para associar capitalismo ao trabalho infantil, esquecem que antes dela a coisa era muito pior. Ou mesmo durante aquela época, basta comparar a situação na Inglaterra com o caos na Polônia, por exemplo. A premissa dessas pessoas parece ser a de que os pais não davam a mínima para seus próprios filhos. No fundo, é claro que colocar os filhos para trabalhar era uma necessidade, pois a alternativa era morrer de fome. A revolução industrial, ao contrário de inimiga das crianças, foi seu grande aliado. Até 1400, cerca de metade das crianças morria antes de completar 5 anos. O progresso capitalista, que seguiu seu curso, ainda é o melhor amigo das crianças, permitindo cada vez mais uma vida confortável e mais longa, sem a necessidade de trabalho numa idade mais jovem e sem tanto risco de morte prematura.
O professor da University of Columbia, Jagdish Bhagwati, escreveu no livro Em Defesa da Globalização: “A verdade é que a globalização – onde quer que se traduza em maior prosperidade coletiva e em redução da pobreza – tão-somente acelera a redução do trabalho infantil e estimula a matrícula no ensino elementar, gerando instrução, e, como defendo a partir da minha análise do milagre do Leste Asiático, a instrução, por sua vez, permite o crescimento rápido. Temos aqui, assim, um círculo virtuoso”. Devemos assumir, naturalmente, que os pais são, em geral, os mais interessados no futuro dos seus filhos. Parece ingenuidade demais achar que os burocratas do governo serão mais dedicados nessa tarefa que os próprios pais. Logo, parece evidente que os pais vão investir na educação dos filhos sempre que isso for possível e interessante. Se o valor presente da educação é baixo, porque não existem muitas oportunidades de emprego e o mais rentável é investir nos contatos com o governo, então a educação ficará em segundo plano. O problema é quando a educação não compensa muito. Como disse William Easterly, do Banco Mundial, em O Espetáculo do Crescimento, "criar pessoas com elevada qualificação em países onde a atividade mais rentável é pressionar o governo por favores não é uma fórmula de sucesso".
Como explica Bhagwati, “a simples proibição do uso de mão-de-obra infantil dificilmente erradicará o trabalho infantil, fazendo apenas com que os pais pobres mandem clandestinamente seus filhos trabalharem e os façam assumir ‘ocupações’ como a prostituição”. Quem ainda duvida disso, basta ver o que ocorre em Cuba. O “paraíso socialista”, mesmo com a ditadura repressora, é uma fábrica de prostituição infantil. Já os países mais capitalistas e liberais, com toda a ganância na busca pelo lucro, praticamente erradicou o trabalho infantil pesado.

O economista-chefe do Financial Times, Martin Wolf, foi na mesma linha em Why Globalization Works, lembrando que a proporção de crianças de 10 a 14 anos na força de trabalho caiu, segundo o Banco Mundial, de 23% nos países em desenvolvimento em 1980 para 12% em 2000. A queda nos países que abraçaram mais a globalização e fizeram reformas liberais foi mais expressiva. No Leste Asiático a queda foi de 26% para 8%. Na China, foi de 30% para 8%. Já na África Subsaariana a redução foi apenas de 35% para 29%. Como fica claro, o verdadeiro remédio para o mal do trabalho infantil é a globalização, o capitalismo, as reformas liberais. Wolf afirma: “Os pais não colocam seus filhos para trabalhar por maldade ou indiferença, mas somente por necessidade”. Logo, o crescimento econômico é o caminho para o combate ao trabalho infantil.

A redução de crianças trabalhando pesado não se deu por conta de fiscalização de governos, leis duras ou esmolas estatais, mas sim por causa do avanço econômico, fruto do capitalismo global. Aqueles que realmente ficam indignados com a imagem de uma criança trabalhando numa lavoura ou carvoaria, deveriam largar a retórica de lado e procurar entender o que de fato pode combater esse mal. Se fizerem isso com honestidade, irão abandonar o discurso anti-globalização, vão parar de condenar a ganância das empresas pelo lucro, e entenderão que o capitalismo liberal é justamente o único meio para atacar o problema. O resto é papo de quem gosta de posar de nobre, mas não liga muito para resultados concretos.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Número de evangélicos cresce 61% em 10 anos (2000-2010) no Brasil, diz IBGE


O número de evangélicos no Brasil cresceu cerca de 61,5 por cento em dez anos, com 16 milhões de novos fiéis, de acordo com levantamento divulgado nesta sexta-feira com base no Censo 2010 do IBGE, que também apontou continuidade na queda de católicos no país.
"Temos notado um declínio acentuado da população católica no Brasil, e essa é uma tendência observada nos Censos de 1991, 2000 e 2010", afirmou o pesquisador do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) Cláudio Dutra.
"No crescimento da população evangélica como um todo, os pentecostais puxam o crescimento", acrescentou.
Segundo a pesquisa, entre 2000 e 2010, o total de evangélicos no Brasil subiu de 26,2 milhões para 42,3 milhões em 2010. A proporção dos evangélicos em relação à população do país avançou de 15,5 por cento para 22,2 por cento. Em 1991, eles representavam apenas 9 por cento da população. Pelos critérios da pesquisa, os evangélicos reúnem religiosos de missão, pentecostal e outras correntes não determinadas.
A pesquisa mostrou ainda que, de 2000 a 2010, a população brasileira subiu de mais de 169 milhões de habitantes para aproximadamente 190,7 milhões de pessoas. O número de católicos, no entanto, encolheu nesses 10 anos de 73,6 por cento dos brasileiros para 64,6 por cento.
No Censo de 1991, os católicos chegaram a representar 83 por cento da população. Em números absolutos, a queda no número de católicos foi pequena (1,7 milhão), mas como houve um aumento populacional, a proporção de católicos encolheu no Brasil em 10 anos. Os católicos caíram de 124,9 milhões, em 2000, para 123,2 milhões em 2010.
A religião evangélica tem mais penetração entre os jovens da população, de acordo com o IBGE. "A proporção de católicos é maior entre as pessoas com mais de 40 anos, decorrente de gerações que se formaram em períodos de hegemonia católica", afirmou o IBGE. "Ao inverso, evangélicos têm maior proporção entre crianças e adolescentes", acrescentou o estudo.
(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Olha só quanto você paga de impostos em cada produto


Abaixador de língua
30%
Absorvente higiênico
34%
Academia
27%
Achocolatado
38%
Aço (forma bruta)
37%
Açúcar
32%
Adestramento de cães
27%
Adoçante
37%
Adubo
25%
Aeronaves
28%
Agenda escolar
43%
Agogô
39%
Água
38%
Água c/ açúcar e edulcorantes (h2o)
53%
Água de coco
34%
Água-de-colônia (nacional)
50%
Água mineral
44%
Água oxigenada
41%
Água sanitária
26%
Agulha
34%
Álcool (material de limpeza)
33%
Álcool combustível
26%
Algodão de limpeza
35%
Alicate
40%
Almoço em restaurante
32%
Almofadas
34%
Amaciante
34%
Amendoim
37%
Andador
19%
Aparador (sala)
37%
Aparelho de barbear
41%
Aparelho de pressão digital
34%
Aparelho de som
37%
Aparelho MP3 ou iPOD
49%
Aparelho radiografia (raio-X)
38%
Aparelho telefônico p/ linha fixa
43%
Apito
34%
Apontador
43%
Aquecedor de água elétrico
48%
Aquecedor de ambientes
48%
Arame farpado
33%
Ar condicionado p/ residência
48%
Arma de fogo (revólver)
72%
Arranjo de cabelo
26%
Arroz
17%
Árvore de Natal
39%
Aspirador de pó
41%
Avental médico
31%
Avião
42%
Bacalhau importado
44%
Balanças (uso doméstico)
43%
Balão de borracha (bexiga)
34%
Band-aid (curativo)
30%
Bandeira (de pano)
36%
Bandolim
39%
Banheira
42%
Banjo
39%
Barbeador elétrico
48%
Barco
28%
Batata
11%
Batedeira
44%
Bateria
38%
Bicicleta
46%
Bijuterias
43%
Binóculos
52%
Biquíni
33%
Biquíni com lantejoulas
42%
Biscoito
37%
Bisturi
40%
Bola de futebol
46%
Bolo de brigadeiro
34%
Bolsa (geral)
40%
Bolsa de couro
42%
Bolsa térmica
37%
Bombom
38%
Boné
35%
Bongô
39%
Borracha escolar
43%
Bota
36%
Brinquedos
40%
Bronzeador
49%
Buffet (jantar) - restaurante
32%
Bumbo
39%
Buquê (flores)
18%
Buzina (automóvel)
36%
Buzina a gás
46%
Cachaça
82%
Cachimbo
61%
Cachecol
34%
Cachorro-quente
15%
Cadeira de praia
41%
Cadeira de rodas
18%
Caderno universitário
35%
Café
20%
Cafeteira
42%
Caipirinha
77%
Caixas de som amplificadas
46%
Calça (tecido)
35%
Calça de couro
40%
Calça jeans
39%
Calculadora eletrônica
45%
Camarão
33%
Câmera fotográfica
45%
Camisa
35%
Camisa xadrez
35%
Caneta
48%
Canivete
44%
Canjica
35%
Carne bovina
17%
Carrilhão com estante
37%
Cartão de Páscoa
37%
Cartuchos de tinta (impressora)
38%
Carvão vegetal
34%
Casa popular
48%
Casaco de pele vison
82%
Casamento no civil
17%
Catchup
41%
Cateter
30%
Cavaquinho
38%
CD (compact disk)
38%
Cebola
16%
Cera
47%
Cereal em lata
34%
Cerveja (lata)
56%
Cerveja (garrafa)
56%
Champagne
59%
Chapéu de couro
40%
Chapéu de palha
34%
Charuto/ cigarrilha
62%
Chave de fenda
41%
Chester/peru/pernil
29%
Chicletes
34%
Chinelo
31%
Chocolate
39%
Chope
62%
Chuveiro elétrico
48%
Cigarro
80%
Cimento
30%
Cinto de couro
41%
Cinto de segurança
25%
Clarineta
39%
Cobertor
26%
Cocada
37%
Coelho de pelúcia
30%
Cofre
46%
Cola Tenaz
43%
Colar havaiano
46%
Colchão
28%
Coletor de urina
20%
Colomba pascal chocolate
39%
Comadre/papagaio
34%
Computador acima de R$ 3.000,00
34%
Computador até R$ 3.000,00
24%
Condicionadores (banho)
37%
Confete/serpentina
44%
Consulta veterinária
27%
Conta de água
24%
Conta de luz
48%
Conta de telefone
46%
Contrabaixo
39%
Convite (impresso)
24%
Copiadora (máquina)
48%
Copos
38%
Corda
34%
Corneta
34%
Cortador de grama
38%
Cosméticos
55%
Cotonetes
34%
Creme de barbear
57%
Cremes de beleza
57%
Cruz de madeira
46%
Cuíca
38%
Decoração igreja (flores)
18%
Desfibrilador
35%
Desinfetante
26%
Desodorantes
37%
Detergente
30%
Dia da noiva (salão de beleza)
26%
Diamante (pedra bruta)
43%
Diesel
41%
Ducha higiênica
35%
DVD (aparelho)
50%
DVD (cartucho)
44%
Edredom
36%
Embarcações
28%
Energia elétrica
48%
Enfeites árvore de Natal
48%
Ervilhas
26%
Escola particular e curso de inglês
26%
Escova de dentes
34%
Esparadrapo
29%
Esponja de aço (pacote com 4 unidades)
41%
Espumante
60%
Estojos para lápis
40%
Extintor de incêndio
40%
Fantasia - roupa com arame
34%
Fantasia - roupa tecido
36%
Faqueiro
42%
Farinha de trigo
17%
Fechadura
42%
Feijão
17%
Fermento
38%
Ferro de passar
45%
Fichário
39%
Filmes p/ fotografia
45%
Filtro de ar
41%
Filtro de óleo
38%
Filtro de papel
37%
Fita
34%
Fivela
37%
Flauta transversal
40%
Flores artificiais
46%
Flores naturais
18%
Fogão 4 bocas
27%
Fogos de artifício
62%
Folhas para fichário
38%
Fondue de chocolate
39%
Fondue de queijo
37%
Formulários de papel
39%
Forno de microondas
55%
Fósforos
34%
Fralda descartável
34%
Frango
17%
Freezer
45%
Frutas
22%
Fubá
25%
Gaita
40%
Garrafa térmica
45%
Gás de cozinha
34%
Gasolina
53%
Gaze
29%
Geladeira
37%
Gelatina
37%
Gibão de couro
40%
Grama
13%
Gravador (aparelho)
52%
Gravata
35%
Graxa p/ sapatos
41%
Guarda-chuva/ sombrinha
35%
Guardanapo de papel
38%
Guarda-sol
37%
Guitarra
39%
Hospedagem em hotel
30%
Hotel para animais
27%
Imagem de santo
42%
Impressora
34%
Inalador
36%
Ingressos (tíquetes)
41%
Iogurte
33%
Ipad - tablet
39%
Isqueiro descartável
62%
Jantar em restaurante
32%
Joelheira
20%
Jogos vídeo
72%
Jóias
50%
Jornal
14%
Juros bancários
26%
Lâmina para microscópio
34%
Lâmpada elétrica comum
45%
Lancheiras
40%
Lápis
35%
Lareira
41%
Lavadora de louças
48%
Leite
19%
Leite em pó
28%
Lembrancinha (souvenir)
18%
Lençol
26%
Lentilha
26%
Liquidificador
44%
Livro
16%
Livro escolar
16%
Louça
45%
Lubrificantes
38%
Luminária
44%
Lupa
34%
Luva
41%
Luva cirúrgica
30%
Maca
34%
Macarrão
18%
Madeira bruta
42%
Maionese
34%
Maisena (amido de milho)
34%
Malas
40%
Malha
34%
Mangueiras p/ água
39%
Manteiga
36%
Maquilagem
56%
Máquina automática venda de bebidas
48%
Máquina de costura
36%
Máquina de lavar roupas
48%
Margarina (500g)
36%
Martelo
41%
Máscara cirúrgica
30%
Máscara de lantejoulas
43%
Máscara de plástico
44%
Material de construção (geral)
33%
Medalha de metal
38%
Medicamento de uso animal
13%
Medicamentos de uso humano
34%
Medidor de glicose
30%
Mensalidade do clube
27%
Mertiolate/ mercúrio
35%
Mesa de bilhar (sinuca)
62%
Microcomputador até R$ 3.000,00
24%
Micro Laptop acima de R$ 3.000,00
34%
Microfones
47%
Micro-ondas (forno)
59%
Microscópio
38%
Milho cozido
19%
Milho verde (vidro)
36%
Mochilas
40%
Molho de tomate (lata)
36%
Mostarda
41%
Moto (acima de 250 cc)
65%
Moto até 125 cc
44%
Muleta
40%
Navalha
44%
Nozes
36%
Óculos (lentes de vidro)
45%
Óculos de sol
44%
Óleo de cozinha
26%
Ovos de Páscoa
39%
Ovos de galinha
21%
Paçoca
37%
Pacote hotel, ingresso e van - desfile carnaval
36%
Pacote lua-de-mel (viagem)
30%
Pandeiro
38%
Panelas
36%
Panetone
35%
Pão de forma
17%
Pão francês
17%
Papel-alumínio
38%
Papel carbono
37%
Papel celofane
34%
Papel filtro
45%
Papel higiênico (com 4 rolos)
40%
Papel pardo
35%
Papel sulfite
37%
Parafuso
41%
Paraquedas
41%
Pás e picaretas
34%
Passagem aérea
22%
Pasta de dentes
35%
Pastas em geral
40%
Pastas plásticas
40%
Patins
53%
Pé-de-moleque
37%
Peixes
34%
Peneira de couro
40%
Pente
45%
Perfume importado
78%
Perfume nacional
69%
Peru/chester/pernil
29%
Piano
40%
Pilhas/ baterias
51%
Pincel
36%
Pinhão
24%
Pipeta de laboratório
34%
Pipoca (micro-ondas)
35%
Pipoca (milho)
35%
Plantas (pomar)
13%
Plástico 0,15
40%
Playstation
72%
Pneu
36%
Porta-retrato
43%
Postes e vigas de concreto
39%
Prato (instrumento musical)
38%
Pratos (cozinha)
34%
Prego
41%
Presépio - Natal
36%
Preservativo
19%
Protetor solar
42%
Quadro de parede
36%
Queijo
17%
Quentão
62%
Querosene para aviação
47%
Rações para gato e cão
41%
Reco-reco
38%
Refresco em pó
36%
Refrigerante (lata)
46%
Refrigerante (garrafa)
45%
Regador
44%
Régua
45%
Relógio
53%
Relógio despertador
48%
Revistas
19%
Roupas
35%
Sabão em barra
30%
Sabão em pó
41%
Sabonete
37%
Sal
15%
Sanduiche Mac Donald's
30%
Sapatos
36%
Saponáceo
39%
Saxofone
40%
Secador de cabelos
48%
Secadoura de roupa
48%
Secretária eletrônica
52%
Sela
41%
Seringa
30%
Serviço de TV por Assinatura
46%
Serra manual
41%
Shampoo
44%
Sidra
48%
Sinos/campainhas
43%
Sonda aspiração traqueal
21%
Sonda uretral
34%
Sopa de pacotinho
34%
Soro
30%
Sorvete de massa
38%
Sorvete (picolé)
38%
Sousafone
39%
Spray espuma
46%
Suco pronto
36%
Suplemento alimentar
34%
Taças
44%
Talco
49%
Talheres
34%
Tamborim
39%
Tapete
42%
Teatro e cinema
30%
Tecidos
36%
Teclado
39%
Telefone celular
40%
Telefonia
46%
Televisor
45%
Telha
34%
Tênis Importado
59%
Terço de plástico
41%
Termômetro
39%
Terno (traje)
35%
Tesoura
44%
Tijolo (milheiro)
34%
Tinta
36%
Tinta guache
36%
Tinta plástica
36%
Tipóia
20%
Toalha de banho
26%
Toalha de mesa
26%
Tomate
17%
Torneira
39%
Torradeira elétrica
48%
Traje do noivo
35%
Transporte coletivo
34%
Trator
32%
Travesseiro
26%
Triângulo (instrumento musical)
38%
Triângulo p/ veículo
45%
Trombone
40%
Trompete
39%
Universidade (mensalidade)
26%
Urna funerária
36%
Ursinho de pelúcia
30%
Utensílios de jardim
34%
Vara de pesca
48%
Vaso de plantas
41%
Vaso sanitário
40%
Vassoura
35%
Veículo Celta 1.0
38%
Veículo Toyota Corolla 2.0
41%
Veículo Celta 1.0
37%
Veículo Toyota Corolla 2.0
41%
Vela
41%
Ventilador
34%
Vermute
62%
Vestido
35%
Vestido de noiva
35%
Videocassete
44%
Vidro
42%
Vinagre
34%
Vinho
55%
Viola
40%
Violão
39%
Violino
38%
Violoncelo
40%
Vodca
82%
Whisky
61%
Xarope para tosse
35%
Xilofone
40%